A economia do povo
Você aprende com seus clientes? Se sim, como? Se não, por quê? Fato é que cada vez mais as pessoas que circundam seu negócio têm poder para decidir se querem [...]
Dias das Mães e você
Sempre em datas comemorativas as empresas aproveitam para intensificar as promoções de marketing. Isso é óbvio, até porque a maioria destas datas foram criadas para isso. No entanto, as pessoas [...]
Comece pelo porque
No dia a dia dificilmente paramos para nos perguntar porque estamos fazendo tantas coisas. Somos orientados a execução e raramente a refletir sobre o verdadeiro motivo daquilo que nos empenhamos [...]
A tal empatia é coisa rara
Essa semana a Fiat lançou uma campanha de publicidade em comemoração aos seus 11 anos de liderança no mercado brasileiro. Bem, pra começar o que importa para as pessoas se [...]
A economia do povo
Você aprende com seus clientes? Se sim, como? Se não, por quê? Fato é que cada vez mais as pessoas que circundam seu negócio têm poder para decidir se querem consumir seus produtos ou até se relacionarem com você. Algumas empresas não conseguem lidar bem com isso, porque a dor da rejeição é grande e as feridas ao orgulho são difíceis de aceitar. Ainda existe o forte mindset de que a função de uma empresa é entregar um produto de qualidade e das pessoas é consumi-lo. As organizações que pensam assim vão morrer em breve ♰ .
A economia atual é a do povo e não das empresas
Aprender com as pessoas é necessário. Consertar o que não dá certo e criar algo novo de maneira rápida também. Hoje as startups (inteligentes) têm priorizado os ciclos de aprendizado em seus negócios porque entenderam que a vida deles depende da velocidade do aprendizado e iteração. São os clientes que dizem SIM ou NÃO para um produto, eles que têm os problemas para serem resolvidos, eles têm os desejos e as opiniões e, mais que isso, eles têm o dinheiro que as empresas tanto querem.
Um exemplo sensacional de humildade para aprender que vi esses dias foi o da Clarice Falcão . Para vender os ingressos dos próximos show ela usou a plataforma Queremos . Essa plataforma permite que o show seja confirmado ou cancelado de acordo com a vontade das pessoas. O mais legal disso tudo é que os que os primeiros a comprarem o produto (os early adopters) são beneficiados desfrutando-o de graça caso o show lote.
Abaixo estão dois prints: o primeiro da fanpage da Clarisse. Olha como ela lida com uma possível rejeição de forma tranquila. O segundo é a imagem da plataforma com a confirmação do show.

E você?
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Dias das Mães e você
Sempre em datas comemorativas as empresas aproveitam para intensificar as promoções de marketing. Isso é óbvio, até porque a maioria destas datas foram criadas para isso. No entanto, as pessoas também aproveitam para valorizar coisas e pessoas que não valorizam nos outros 364 dias do ano.
No Dia das Mães não é diferente. Veja como o Google conseguiu de uma forma divertida mostrar para as pessoas como seus produtos têm participado da vida das mães e filhos e, além disso, ainda comunicar seu conceito de mãe no sentido mais amplo da palavra.
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Comece pelo porque
No dia a dia dificilmente paramos para nos perguntar porque estamos fazendo tantas coisas. Somos orientados a execução e raramente a refletir sobre o verdadeiro motivo daquilo que nos empenhamos em executar. Nessa palestra o Simon Sinek fala como nos planejarmos centrando-nos nos motivos.
Enjoy!
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A tal empatia é coisa rara
Essa semana a Fiat lançou uma campanha de publicidade em comemoração aos seus 11 anos de liderança no mercado brasileiro. Bem, pra começar o que importa para as pessoas se a Fiat é lider de mercado por 5, 10, 20 ou 100 anos? Ninguém se importa com isso. É simplesmente a obrigação de qualquer empresa fazer um bom trabalho (e não sei é o caso da Fiat com seus prazos de espera pelo carro de 60, 90, 120 dias).
Além disso, a campanha foi desenvolvida através de uma série de três vídeos dos Portas dos Fundos. São esquetes absurdamente sem graça, que não comunicam valor em momento algum. Segundo a Sunset Comunicação, “criativa” por tras do projeto, a intenção foi criar uma conexão com o público jovem, que curte os vídeos dos Portas dos Fundos. Sobre isso me perguntei: é realmente sobre cheerleaders que os jovens se interessam? Onde está a empatia nisso?
Aqui está um vídeo da série:
Inovar é pensar com empatia nas soluções dos problemas
Por outro lado, acredito muito em comemorações que envolvam as pessoas, porém é necessário que alguma mensagem relevante seja comunicada. Comemorações servem pra isso: comunicar algo profundamente importante sobre o negócio, a sociedade, as dificuldades e soluções dos problemas mais atuais e que a empresa se propõe dia a dia a resolver ou discutir.
No caso da Fiat, algo muito simples poderia ser pensado. Um bom exemplo disso é o problema do trânsito. Esse problema parece algo que vai contra seu core business, mas penso diferente. Será que a Fiat em comemoração aos seus 11 anos de liderança poderia fazer uma releitura do seu negócio e propor soluções para o trânsito mesmo sem tirar dele os carros? Ou quem sabe uma campanha que valorizasse pessoas que acreditam em pequenas ações de melhoria do trânsito.
Aqui está um vídeo que achei simplesmente demais. Um cara em São Paulo vendo o caos do trânsito na Av. Paulista simplesmente pára e começa a organizar a bagunça. Isso é ser empático.
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Era do desapego
Os seres humanos estão cada vez mais dispostos a consumir menos e desapegar mais. Sim, mais da metade dos americanos já alugaram, arrendaram ou emprestaram itens como carros, bicicletas, ferramentas, roupas e até casas de férias. Mais de 83% do restante deve fazer o mesmo nos próximos anos. A razão? Economizar dinheiro, principalmente com manutenção (obviamente essa não é a única razão). Estes dados foram divulgados recentemente pela empresa de energia solar Sunrun . Isso nos mostra que o jeito como as pessoas consomem hoje não é mais como era antigamente.
O consumo muda a cada dia, cada vez mais, de forma inusitada e veloz.
E a consequência disso para os negócios, para os caras de marketing? Bem, se as pessoas estão cada vez menos dispostas a comprar e cada vez mais afim de compartilhar, que tal inovarmos a forma de encarar isso? Muito mais que atuar através das tradicionais campanhas, as empresas têm uma tarefa muito mais desafiadora que é entender esse novo consumidor conectado, engajado, consciente.
Abaixo segue o infográfico produzido após o resultado do estudo e abaixo o “manual do desapego”.
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